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TRABALHOS DE NEUROCIêNCIAS E COMPORTAMENTO

Mecanismos neurais do comportamento do peixe-de-briga siamês.

 

Marino Neto, J.; Sabbatini, R.M.E. - A behavioral catalogue for the Siamese Fighting Fish (Betta splendens, Anabantidae). Part I: aggressive, exploratory and feeding behaviour. Laboratory of Neuroethology Technical Reports , 80/01, 1980.

Este trabalho descreve o catálogo dos comportamentos observáveis do peixe de briga siamês (Betta splendens, Regan, Anabantidae), referentes às categorias agressivas, exploratórias e alimentares. São dadas descrições operacionais e topográficas de cada item comportamental, bem como códigos para registro vocal e escrito usados neste laboratório.

 

Marino Neto, J.; Sabbatini, R.M.E. - Quantitative ethological analysis of exploratory and agressive display behavior in the Siamese Fighting Fish (Betta splendens). Ciência e Cultura style='font-family: Arial'>, 30: 918, 1980.

O comportamento exploratório do Betta splendens em um novo ambiente é caracterizado por mudanças estruturais ao longo do tempo, organizados de modo aproximadamente fixo, provavelmente refletindo uma sucessão de estados comportamentais que subservem à adaptação à este ambiente. A exposição à um macho da mesma espécie elicia uma seqüência bem definida de atos e posturas da demonstração agressiva, que precedem a luta. Este período parece ocorrer sempre antes da primeira troca de mordidas entre os peixes, fato demonstrado um estudo qualitativos anteriores. O objetivo do presente trabalho foi o de descrever quantitativamente estes eventos comportamentais, durante episódios de interação agressiva. Machos adultos (n = 12) foram confrontados com um oponente da mesma espécie, segundo um esquema amostral de rodízio. Os peixes de um par eram colocados dentro de dois compartimentos de um aquário, divididos ao meio por um biombo opaco e escamoteável. O comportamento de um dos peixes era registrado por observação direta, usando-se um catálogo de itens comportamentais previamente definido, por 10 minutos antes e 6 minutos depois do levantamento do biombo opaco. Os registros comportamentais, preservando o tempo e a seqüência de ocorrência foram processados através do sistema ETHODATA 3 em um computador digital. Análise monádica completa foi executada e histogramas de frequência determinados para cada subseqüência do registro. Os resultados da análise parecem apoiar um modelo estrutural do comportamento nesta situação, pelo qual: a) a fase de comportamento exploratório e subdividida em períodos distintos e seqüencialmente organizados, com diferentes significados funcionais, b) a fase de demonstração agressiva mudo estruturalmente ao longo do tempo, levando à primeira troca de mordidas depois de uma latência relativamente fixa. c) uma reorganização completa das interações agressivas segue-se à ocorrência das primeiras mordidas, onde os atos e posturas de exibição são entremeadas com outras unidades comportamentais de agressão dirigida.

 

Marino Neto, J.; Sabbatini, R.M.E. - Observações sobre o comportamento social em colônias semi-naturais do peixe-de-briga siamês (Betta splendens). Resumos das Comunicações da XI Reunião Anual da Sociedade de Psicologia de Ribeirão Preto, p. 114, 1981.

O peixe-de-briga siamês, normalmente isolado de seus co-específicos para fins experimentais, apresenta elevada incidência de comportamentos agonísticos intra-específicos, que usualmente impossibilitam a coexistência de dois ou mais machos adultos num aquário de dimensões reduzidas, freqüentemente ocasionando ferimentos graves e ou a morte de um deles. Na tentativa de determinar como, apesar dos fatos acima observados, a estrutura social é mantida estável em situação natural, realizamos observações qualitativas, registradas em papel e/ou gravador de áudio por meio de discurso narrativo, tanto em tanques de procriação em céu aberto, quanto em um aquário de vidro (130cm x 30cm por 30cm), em laboratório, montado de modo a se aproximar das condições ambientais do primeiro. Neste aquário eram liberados grupos de 4 machos ou 3 machos e 1 fêmea, ou dois machos e duas fêmeas (5 colônias para cada composição), e observados durante 4 a 6 dias, em períodos de 30 min. de observação por 100 min. de intervalo, durante a fase clara do ciclo luz/escuro. Logo após a liberação simultânea, os machos geralmente iniciavam interações agonísticas entre si (exibições, lutas com mordidas, seguidas de fugas e perseguições), morfologicamente idênticas àquelas observadas em aquários pequenos, mas com menor duração e com conseqüências menos danosas para os envolvidos nas lutas. Estas deixavam de ocorrer nesta forma completa após 3 horas, e geralmente observava-se o aparecimento de um único macho vencedor, que passava a se locomover livremente pelo aquário, envolvido em atividades exploratórias e de alimentação, entremeadas por ocasionais exibições agressivas dirigidas aos outros componentes do grupo, os quais emitiam em seqüência comportamento de apaziguamento. Entre os subordinados também ocorriam interações semelhantes. Assim, aparentemente, a estrutura social era mantida estável por meio de uma hierarquia agonística. Não se pode demonstrar a demarcação clara de zonas ou limites territoriais que áreas domésticas, com exceção de um acasalamento em uma das colônias, em que o par da reprodução demarcou um território nítido. Em conclusão a espécie é capaz de coexistência com baixa agressividade e manutenção de estrutura hierárquica social estável, sem a necessidade de territórios.

 

Marino Neto, J.; Sabbatini, R.M.E. - Análise estocástica das seqüências de comportamento agonístico entre peixes-de-briga siameses machos (Betta splendens), em diferentes situações. Resumos das Comunicações da XII Reunião Anual da Sociedade de Psicologia de Ribeirão Preto, 1982.

O comportamento do peixe-de-briga siamês (Betta splendens) tem sido bastante estudado, principalmento no que se refere as interações agonísticas entre machos adultos. O estudo das relações causais entre as unidades motoras que compõe este comportamento tem sido exaustivamente enfocado, em detrimento de uma análise quantitativa da estrutura geral, e das suas diferenças em relação ao ambiente e situação amostral em que estes animais são estudados. Neste laboratório, descrições qualitativas a respeito do comportamento social e agonístico sugeriram a existência de diferenças no padrão geral da exibição agonística, relacionados à presença ou não de comportamento reprodutivo, ou de lutas prévias entre os animais envolvidos em uma interação agonística. Este trabalho visou empregar métodos quantitativos multivariados na análise das diferenças nas seqüências da exibição agonísticas em situações em que: 1) Os oponentes não haviam interagido entre si anteriormente, sendo que o teste era realizado em um ambiente desconhecido para ambos (aquário-teste), 2) Os oponentes eram expostos um ao outro durante as 48h anteriores à interação, sendo que esta se dava no ambiente em que os animais estavam alojados há pelo menos 10 dias (aquário-casa). Nestas situações, os comportamento de um animal escolhido ao acaso, no par eram registrados em um gravador de áudio, à medida em que ocorriam e na seqüência observada, utilizando-se códigos vocais associados a unidades motoras relacionadas em um etograma previamente desenvolvido para esta espécie. Estes registros eram posteriormente transcritos para protocolos de papel, a partir dos quais eram feitos análises estocásticos (Matrizes de frequências de transito entre os itens), nas quais as associações entre os movimentos, posturas e padrões de coloração eram testados através da estatística do qui-quadrado celular. Estes procedimentos foram realizados em um computador digital, utilizando programas do sistema ETHODATA 4. Os resultados são apresentados em fluxogramas, nos quais cada item é representado por um círculo de diâmetro proporcional à sua frequência relativa, e suas associações positivas com os demais itens, são indicadas por setas de largura proporcional ao qui-quadrado da frequência da transições. Em ambas situações os animais apresentam padrões semelhantes de comportamento exibitório, formado por: Postura Sigmóide, apresentando Balançar Barbatanas seguido de Tremer, que é seguido de Bater C, que precede a Orientação Frontal seguida de Abrir Opérculo, que é seguido de Demonstrar Cauda, que precede à apresentação novamente da Postura Sigmóide. No aquário teste este padrão comportamental é permeado por uma alta frequência de itens ofensivos, que são formados pelas seqüências: Investir - Ameaçar Morder, Investir - Beliscar Nadadeiras, ou de investir - Narigada. Estes últimos padrões aparecem entre o terceiro e quarto minuto após o início da interação. Apesar do padrão exibitório no aquário teste não diferir de modo importante do observado nos aquário-casa, este último é seguido por uma menor frequência do padrão ofensivo, e este é limitado às duas últimas associações acima descritas(IV-BT e IV - NG). O padrão da exibição agonística é freqüentemente interrompido, dando lugar a uma seqüência de comportamentos envolvidos na construção e/ou manutenção de um ninho de bolhas. O elemento de ligação entre o padrão agonístico e o comportamento acima citado é composto de uma seqüência de itens geralmente observada durante o comportamento reprodutivo, podendo também surgir itens relacionados ao comportamento parental. Notamos também que o padrão observado nos aquário-casa é bem mais estereotipado que a interação no aquário-teste. Estes resultados, discutidos à luz das observações qualitativas anteriormente citadas, sugerem que estas diferenças na estrutura comportamental entre as duas situações estudadas podem traduzir-se em mecanismos funcionalmente distintos, no que se refere ao estabelecimento de relações sociais entre machos desta espécie. Assim as interações iniciais (aquário-teste) estabeleceriam relações de dominância e submissão em um ambiente novo para ambos, através de um padrão comportamental voltado exclusivamente para o oponente. O comportamento observado nos aquário-casa ocorreria em um contexto tipicamente territorial, onde o ninho de bolhas teria uma função de demarcação deste território. Neste a presença de comportamentos aparentemente deslocados (reprodutivos e parental) entre o padrão agonístico e o de construção de ninho apóia parcialmente esta última hipótese, uma vez que comportamentos deslocados são geralmente observados em situações de defesa de território, em outras espécies.

 

Marino Neto, J.; Sabbatini, R.M.E. - Neuroethological analysis of the effects of telencephalic lesions on aggressive behavior of Siamese Fighting Fish (Betta splendens). Brazilian Journal of Medical and Biological Research , 16 (5-6):470, 1983.

A ablação do telencéfalo (TE) em peixes teleósteos alteram muitos comportamentos espécie-específicos, incluindo a agressão. As freqüências e/ou durações de mordidas e outras padrões de exibição agressiva podem aumentar, diminuir ou continuar os mesmos, dependendo da espécie e da extensão da lesão. De modo a obter uma descrição mais completa das mudanças na estrutura seqüencial do comportamento causado por lesões mais discretas, usamos a metodologia etológica para realizar uma análise estocástica detalhada das seqüências de comportamento agressivo entre machos de Betta splendens antes e depois de lesões eletrolíticas realizadas estereotaxicamente na area dorsalis pars medialis (DMp). Peixes lesados, operados ficticiamente e não operados foram observados durante 3 sessões pré-operativas e 3 sessões pós-operativas de encontros com diferentes machos não-operados. O comportamento do macho de teste era registrado continuamente, usando um etograma. Matrizes de transição diádica entre itens comportamentais foram construídas e as associações mais significativas presentes nas mesmas foram analisadas. Os machos lesados mostraram uma diminuição na freqüência e duração dos diversos comportamentos agressivos, com um aumento na estereotipia nos padrões de exibição agressiva. O padrão agressivo se intercalava com atividades de deslocamento, incluindo comportamento exploratório e locomotor, seguido por um retorno súbito às atividades agressivas. Estas transições eram acompanhadas por mudanças drásticas na coloração corporal. O aparecimento de atividades de deslocamento sugere que o peixe lesado provavelmente é mais sensível a situações conflitantes, e que a área DMp poderia exercer um papel inibitório na modulação dos processos de atenção e vigilância no telencéfalo dessa espécie.

 

Marino-Neto, J. & Sabbatini, R.M.E. - Discrete telencephalic lesions accelerate the habituation rate of behavioral arousal responses in Siamese Fighting Fish (Betta splendens). Brazilian Journal of Medical Biological Research , 16(2): 271-278, 1983.

Foram realizadas lesões eletrolíticas estereotáxicas na área telencefálica dorsomedial, lateralmente à comissura dorsal, em peixes-de-briga siamêses machos (Betta splendens). Foram registradas as respostas de sobressalto e orientação à batidas aplicadas regularmente ao lado do aquário, para três grupos de animais: lesados, lesadios ficticiamente e não operados. Os peixes lesados mostraram reatividade aumentada às modificações ambientais, incluindo imobilidade tônica e mudanças na coloração corporal. Embora não tenham sido detectadas mudanças nas respostas de sobressalto, os peixes lesados mostraram uma freqüência aumentada de respostas de sobressalto e habituaram mais rapidamente as respostas de orientação do que nos animais lesionados ficticiamente ou não operados. A retenção de habituação inter-sessões, de longo prazo também se apresentou diminuída. Os efeitos observados são o oposto daqueles obtidos com ablação telencefálica completa ou unilateral em peixes teleósteos, e sugere a existência de sistemas telencefálicos antagonistas que desempenhariam um papel modulatório no controle da vigilância.

 

Marino Neto, J. & Sabbatini, R.M.E. - The effects of telencephalic lesions in the habituation of startle and orienting responses in the Siamese Fighting Fish (Betta splendens). Brazilian Journal of Medical Biological Research , 16(1): , 1982.

Ablações amplas do telencéfalo de diversos peixes acarretam um decréscimo na habituação de respostas de sobressalto e/ou orientação. A interpretação de que o telencéfalo teria funções predominantemente inibitórias nos sistemas em questão, seria dificultada pela extensão e inespecificidade das lesões realizadas. Com o objetivo de esclarecer o papel de estruturas mais discretas do telencéfalo na atenção e habituação no Peixe-de-Briga Siamês, estudamos o efeito de lesões eletrolíticas bilaterais na área dorsalis telencephali para medialis, através de metodologia e atlas estereotáxico especialmente desenvolvidos. Reações de sobressalto e de orientação eram eliciadas por estímulos mecânicos bruscos (choque contra a parede do aquário), a cada 5 s., em 4 sessões de estimulações a cada 48 horas. Os animais sem lesões (N=14) e com lesões fictícias (N=4) respondiam geralmente com reações de sobressalto aos dois primeiros estímulos de uma série, e com reações de orientação dai em diante. Os animais lesados (N=4), apesar de se habituarem aos estímulos com a mesma rapidez que os controles, apresentavam menor número de respostas desde o início de uma sessão. Assim, pareciam atingir o critério de habituação com menos da metade dos estímulos necessários para os controles. Entretanto, ocorria um número maior de reações de sobressalto em relação a estes confirmando a presença de uma hiperreatividade geral a estímulos aversivos. Em contraste com os controles, os animais lesados não demonstravam retenção da habituação em sessões sucessivas. Estes resultados discordam dos da literatura, indicando que regiões discretas do telencéfalo do peixe estudado podem participar de mecanismos moduladores excitatórios, ao lado de processos inibitórios de caráter dominante no controle neural da atenção e habituação.

 

Marino Neto, J.; Sabbatini, R.M.E. - An electrical decalcification procedure for in situ sectioning of brains of small fishes. Ciência e Cultura , 31 (Supl.): 630, 1981.

Na tentativa de obter um atlas estereotáxico para o cérebro do Peixe de Briga Siamês (Betta splendens), foi necessário o desenvolvimento de um procedimento adequado para a secção in situ do cérebro, uma vez que a remoção mecânica do crânio freqüentemente leva a danos indesejáveis do tecido nervoso. A utilização de descalcificação óssea por métodos puramente químicos, tais como pela a mistura de ácido nítrico e floroglucina, foi ineficaz na produção de resultados adequados e reproduzíveis. Por esta razão foi desenvolvido um procedimento adaptado de uma técnica para a descalcificação elétrica do osso (GONçALVES e OLIVéRIO, Mikroscope, 20:154, 1965). Após a fixação em solução de Bouin por 8 a 10 h, a cabeça do animal foi colocada em um béquer, também contendo solução de Bouin, com dois eletrodos de carbono imersos a distância de 6 cm um do outro. Um potenciômetro e um amperímetro conectados a uma fonte de alimentação, foram ligados em série com os eletrodos, permitindo assim o ajuste da corrente. Uma corrente AC de 70 mA, foi aplicada por 24h, promovendo a descalcificaçao do crânio sem nenhum dano ou distorção evidente do cérebro. Seguindo a descalcificação, foi realizada um procedimento de reidratação lenta do tecido, de forma a minimizar retrações e distorções. Isto consistiu na passagem do material através de uma série de gradações alcoólica. A coloração adequada das lâminas foi obtida com a técnica de Nissl, Weigert e hematoxilina-eosina. O material pode ser rapidamente seccionado, o que facilitou o desenho das lâminas do atlas do cérebro. O procedimento de descalcificação pode ser bastante adequado não somente para o estudo de pequenos cérebros, mas também para outras estruturas cerebrais, difíceis de separar por dissecção, como a retina.

 

Marino Neto, J. & Sabbatini, R.M.E. - A stereotaxic atlas for the telencephalon of the Siamese fighting fish (Betta splendens). Brazilian Journal of Medical and Biological Research , 21(5): 971-986, 1988

Manipulaçes discretas em núcleos cerebrais em peixes teleósteos foram facilitadas pela recente introduço de atlas e métodos estereotáticos para o S.N.C. de Carassius auratus e do Pundulus heteroclitus. Este trabalho descreve a preparaço e testes de uma metodologia e de um atlas estereotáxico para o telencéfalo do Betta splendens. Machos adultos desta espécie (n115, 1,92 + - 0,21g de peso corporal) foram anestesiados e colocados em uma mesa cirúrgica descrita anteriormente. Após exposiço da superfície dorsal do encéfalo, a posiço da cabeça do animal era ajustada de forma a assegurar o paralelismo entre o eixo de movimentaço antero-posterior do eletrodo conectado ao micromanipulador, e o sulco inter-hemisférico. Usando o eletrodo como guia de corte, o animal era decapitado. As cabeças foram fixadas e descalcificadas em sol de Bouin, e incluídas em parafina. cortes seriados frontais (10 cm de espessura) foram corados pelos métodos de Nissl ou de Weigert. O desenho e identificaço dos Núcleos telencefálicos foram feitos sob microscópio óptico com câmara clara sobre um retículo padronizado a partir do índice médio de retraço tecidual após processamento histológico. Os desenhos foram executados a partir de cortes separados entre si por 0,1mm, da borda anterior da comissura posterior (ponto zero para as coordenadas) até os bulbos olfatórios. Neste atlas so descritos 2 novos núcleos telencefálicos. Este atlas foi submetido a testes de posicionamento de eletrodos, com leses eletrolíticas, em vários núcleos, e utilizado em estudos neurofisiológicos anteriores, com índices adequados de reprodutibilidade.

 

TESE RESULTANTE:

 

Marino Neto, J. - Análise Neuroetológica do Comportamento do Peixe de Briga Siamês (Betta splendens, Regan). Desenvolvimento do Método e Sua Aplicação. Tese de Mestrado pelo Departamento de Fisiologia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, em 1982.

Dr. Renato M.E. Sabbatini, Phd - 2004
 


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Last updated: 2/January/2019